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Mostrando postagens de Maio, 2011

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Homem é filho da puta. Acho que isso exemplifica tudo o que posso a vir falar dessa linha para baixo. Essa é a conclusão que cheguei depois de 19 anos de vida, e digo mais: tem muita mulher beirando os 40 que insiste em não reconhecer isso. Homem é filho da puta pra caralho, adora quando a ficante ou qualquer garota mostram que estão apaixonaditas, que estão doidas por um compromisso sério. E é aí que o homem insiste em continuar no lance casual, na coisa "só por diversão". Já disse, homem é filho da puta. Você está ficando com o cara há seis meses. Você gosta dele. Você acha que ele gosta de você também. São seis meses - não seis dias - ficando com o mesmo cara, só com ele, sem mais ninguém. Seis meses saindo só com ele, ligando para contar seu dia, saindo no final de semana, apresentando amigos, família e tudo mais. Você está dando todos os sinais: você quer algo sério. Afinal, meu querido, quem aí fica seis meses com alguém por pura e simples diversão? É, eu sei, tem muit…

003

(...)você me entendeu e suas palavras foram muito úteis, sério mesmo. É bom ter alguém assim, que consegue olhar as coisas de fora e mesmo assim te "entender".
Bom, e pra você saber, estou melhor. A fase "tudo está uma grande merda e eu quero fugir" MEIO que passou. Eu ainda acho algumas coisas, ainda estou meio desiludida com pessoas, lugares e situações. Não. Desiludida não é a palavra. Para estar desiludida eu teria que estar antes iludida e faz um tempo que não me iludo esperando coisas extraordinárias e amizades surrealmente perfeitas. A palavra certa seria: desencantada. Mas bom, deixa isso para lá, única coisa que eu queria falar é que passou a fase "quero fugir". Realmente, como você disse, temos que encarar as coisas de frente. Por incrível que pareça, eu tomei essa decisão depois de ver que a Cibele Dorsa tinha se suicidado (...). Sei lá, eu não julgo a dor de ninguém e acredito mesmo que dor, solidão e desespero podem levar uma pessoa a querer …

002

Eu achei que queria um cara encostado em mim o tempo todo, em toda a festa, toda noite. Eu achei que queria um abraço, um beijo, um peito pra deitar. Eu achei que eu queria muita coisa e entre todas essas coisas eu achei que queria desesperadamente amar. Mas não era vontade de amar. Era só mais um dos meus draminhas. Eu tô feliz, às vezes só preciso fazer um drama pra lembrar que ainda sou eu.

001

Entenda - não posso e não vou contar aqui história alguma de amor, porque entre todas as meias-histórias da minha vida, nunca tive uma assim, dessas de filmes românticos e histórinhas de contos-de-fadas. Nunca tive nem algo parecido com uma histórinha romântica qualquer, de filme meia-boca ou daquelas que uma conhecida distante te conta sobre como conheceu o marido e você acha que pode acontecer com você também. 

Tenho pra mim apenas meia dúzia de cenas que me vem à mente quando alguém, descuidadamente, cita a palavra amor, assim, do nada. Minha mente vaga e aparecem três ou quatro caras que já julguei importante, que já julguei amor. Aparecem três ou quatro momentos em que eu achei que podia ter começado alguma coisa, algum sentimento, alguma ligação. 

Acho que nada nem ninguém conseguiu chegar tão fundo em mim a ponto de se tornar inesquecível. Ok, estou sendo injusta: tem aí uma dúzia ou menos de amigos importantes que são parte de mim, mas eu digo disso, dessa coisa de romance, de a…