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Mostrando postagens de Março, 2015

Sem tocar no seu nome

Outro dia me perguntaram sobre você. Quis dizer um tanto de coisa. Quis dizer que uma hora cê voltava. Que a gente voltava a ser como antes. Que ainda dava tempo, que ainda dava jeito, que ainda tinha salvação. Aí caí em mim e vi que não tinha. A gente passou da hora. 
Sem volta.
Finito.
É difícil dizer adeus pra algo que a gente queria tanto ainda na vida. Mas acho, de verdade, que a gente só amadurece mesmo quando começa a deixar as coisas – e as pessoas – irem. Sabe? Como dizia Caio: let it go. Deixei você ir mais por vontade sua do que minha. Mas também talvez mais por orgulho meu do que seu. Mais pela vida, sei lá. Às vezes, as coisas acontecem como tinham que acontecer.
Mas, escuta, não lembra de mim com raiva, viu? Não guarda tanto rancor. Se perguntarem de mim, não precisa comentar com carinho, mas tenta lembrar os momentos bons. Porque teve momentos bons, não teve? A gente foi amiga quase até o fim. É só que desandou.
Mais uma vez, pensei em escrever um email de despedida. Desist…